Mercado

Economia da atenção, publicidade, TV, streaming e o que está mudando no audiovisual brasileiro.

  • Benchmark não é para copiar

    Olhar o concorrente para imitar é o pior uso possível de benchmark. Gera uma cópia atrasada de uma decisão que você não entendeu.

    O uso certo é outro: entender o que cada um vende de verdade, por baixo do que anuncia. Quase nunca é a mesma coisa.

    Segundo uso: mapear o espaço que ninguém está ocupando e decidir, com honestidade, se aquilo é uma oportunidade ou uma armadilha que os outros já testaram e abandonaram.

    Terceiro: roubar o mecanismo, não a estética. A estética envelhece em um ano. O mecanismo — como a empresa faz a pessoa voltar, como transforma um formato em hábito — dura muito mais.

    Passei dias montando um quadro comparativo desses. A parte útil não foram as conclusões sobre os outros. Foi perceber o que eu estava chamando de diferencial e era só o padrão do setor.

    Posicionamento explicado sem jargão.
  • Categoria própria

    Disputar uma categoria que já existe é competir por preço. Não tem terceira via.

    Produtora que também dá treinamento perde para produtora. Consultoria que terceiriza produção perde para consultoria. Em cada comparação, o cliente escolhe o especialista e usa você como referência de preço.

    Nomear a própria categoria não é jogo de palavra bonito. É dizer com precisão o que você faz que ninguém no seu setor faz junto — e assumir o custo de explicar isso toda vez.

    O teste é simples e desagradável: leia a sua descrição profissional em voz alta. Se ela serve para outras dez pessoas do seu mercado, você não tem posicionamento. Tem currículo.

    Currículo é uma lista do que você já fez. Posicionamento é uma aposta sobre o que você resolve. São documentos diferentes e o segundo é o que faz alguém te chamar.

    O que é, na prática, posicionamento de marca.
  • Marketing de Pertencimento

    Marketing de Pertencimento

    Marketing de pertencimento é a construção estratégica de uma marca que deixa de operar apenas como oferta e passa a funcionar como território simbólico de reconhecimento, linguagem, identidade e ação coletiva. Uma marca comum pergunta “como eu vendo?”; uma marca de pertencimento pergunta “quem a pessoa sente que se torna quando se aproxima de mim?”.

    Essa diferença é decisiva porque as pessoas não compram apenas produtos: elas compram sinais de identidade, pertencimento e significado. Belk (1988) demonstra que objetos, posses e marcas participam da construção do “eu estendido”, ou seja, aquilo que a pessoa usa, veste, compra, compartilha e defende ajuda a compor a imagem que ela tem de si mesma.

    Maslow (1954), por outro caminho, já posicionava amor, vínculo e pertencimento como necessidades humanas centrais. Raynsford (2022), em How to Start a Cult, radicaliza essa leitura no campo da marca: o produto é muitas vezes apenas o ingresso; o pertencimento é o espetáculo. Ninguém tatua uma marca no corpo porque ela entregou uma funcionalidade razoável.

    Ninguém defende espontaneamente uma empresa porque ela tem um funil organizado. A defesa nasce quando a marca responde a uma pergunta íntima: “quem eu sou quando escolho isso?”. Harley-Davidson, Apple, Supreme, Nike, Patagonia ou Tesla não operam apenas como fornecedoras de motos, computadores, roupas, tênis, jaquetas ou carros; operam como sistemas de identidade, distinção e narrativa cultural.

    Por isso, marketing de pertencimento não é manipular carência emocional. Manipulação tira poder da pessoa. Pertencimento devolve linguagem, direção e coragem. Manipulação diz “sem mim, você não é nada”. Pertencimento diz “você já sente isso; eu estou dando nome, símbolo e caminho”. Quando essa operação é ética, a marca não sequestra a identidade do público; ela oferece um território para que o público reconheça melhor a si mesmo.

    O primeiro passo do marketing de pertencimento é formular uma crença central, porque nenhuma comunidade nasce ao redor de uma descrição burocrática. “Eu vendo curso”, “eu faço vídeo”, “eu tenho uma palestra” ou “eu crio conteúdo” são frases de categoria; servem para explicar, mas não para reunir.

    A crença é diferente: ela organiza uma visão de mundo. Ela diz o que a marca defende, o que rejeita, por que existe e por que alguém deveria se importar. Em termos de branding, essa crença funciona como núcleo de identidade, orientando promessa, linguagem, comportamento e percepção pública da marca (AAKER, 1996; KAPFERER, 2012).

    Uma crença forte precisa ser clara, contrastante e útil. Clara para ser entendida. Contrastante para ter posição. Útil para ajudar o público a interpretar a própria vida. “Ninguém muda de vida porque recebeu motivação; as pessoas mudam quando criam sistema, encaram a verdade e executam apesar do caos” é mais forte do que “conteúdo de desenvolvimento pessoal”, porque a primeira frase cria mundo, enquanto a segunda apenas ocupa uma prateleira.

    Raynsford (2022) reforça que movimentos fortes não crescem apenas dizendo o que amam; crescem também dizendo o que rejeitam. Apple não vendeu apenas computadores; vendeu a ideia de pensar diferente contra a computação burocrática. Tesla não vendeu apenas carros; vendeu ruptura contra a indústria automobilística tradicional.

    Patagonia não vende apenas roupa; vende responsabilidade contra o consumo inconsequente. Essa fronteira é vital porque, quando tudo é para todo mundo, nada é profundamente necessário para ninguém. Por isso, uma marca de pertencimento precisa escolher quem serve, quem não serve, o que acredita e o que combate.

    Não para criar ódio. Para criar forma. Forma é o que permite identificação. Sem forma, a marca escorre.

    O segundo passo é definir o inimigo simbólico e o povo da marca, porque pertencimento exige fronteira, conflito e reconhecimento. Tajfel e Turner (1979), ao tratarem da identidade social, mostram que grupos se organizam por identificação e diferenciação: para existir um “nós”, é preciso haver alguma distinção em relação ao que “nós” não somos.

    No marketing de pertencimento, o inimigo não deve ser uma pessoa, uma classe ou um alvo humano; deve ser uma força simbólica que o público reconhece como obstáculo. Pode ser a procrastinação, a vida no automático, a criatividade sem execução, a autoajuda anestésica, o excesso de dopamina, o conteúdo sem alma, o vitimismo, o “um dia eu faço” ou a vergonha de começar pequeno.

    Raynsford (2022) chama atenção para a função estratégica do inimigo: movimentos fortes criam bordas claras, e bordas claras dizem às pessoas se elas pertencem ou não. Depois disso, a marca precisa abandonar a persona morta de slide e encontrar uma confissão real. Público-alvo diz “homens e mulheres, 25 a 44 anos, classe B/C”.

    Povo diz “adultos cansados que sabem que têm potencial, mas estão presos em boleto, culpa, ansiedade, distração, falta de método e vergonha de recomeçar”. Comunidade nasce quando a marca diz pela pessoa aquilo que ela ainda não tinha coragem ou linguagem para dizer sozinha. Na nossa Comunidade, o produto profundo não é o livro, a palestra, o curso ou a comunidade.

    O produto profundo é a identidade: “adultos cansados que decidiram parar de esperar serem salvos”. O inimigo é a anestesia adulta: vitimismo, procrastinação, dopamina barata, autoajuda vazia e planejamento falso travestido de prudência. O desejo superficial desse povo é “ser mais produtivo”. O desejo real é “organizar a vida e parar de se sentir um desperdício”.

    O desejo secreto é “provar que ainda posso ser alguém grande”. A frase certa não bajula nem humilha; organiza: “você não está atrasado porque é burro; você está atrasado porque passou anos sobrevivendo sem sistema”.

    O terceiro passo é criar símbolos, linguagem, rituais e prova, porque uma marca de pertencimento não vive apenas de posicionamento; ela precisa ser reconhecida, repetida e praticada. Muniz Jr. e O’Guinn (2001) definem comunidades de marca como formas de comunidade não geograficamente delimitadas, sustentadas por relações sociais entre admiradores de uma marca, consciência compartilhada, rituais, tradições e senso de responsabilidade moral.

    Raynsford (2022) trabalha a mesma lógica em registro provocativo: tribos precisam de símbolos porque símbolos reduzem complexidade e funcionam como atalhos cognitivos. Uma cruz, uma bandeira, um slogan, uma cor, um gesto ou uma palavra dizem rapidamente: “você é um dos nossos”. Na nossa comunidade, os símbolos são facão, matagal mental, trator, centímetro periférico e a própria palavra FODAMENTE.

    A linguagem transforma esses símbolos em senhas sociais: Modo Boleto, Cassino de Dopamina, Queimada Controlada, Ninguém Vem Te Salvar, Diário da Morte, Caixa-Preta, Microajuste Brutal. Quando o público usa essas palavras para explicar a própria vida, a marca saiu do post e entrou na cultura.

    Mas linguagem sem ritual vira camiseta bonita sem corpo dentro. Ritual é a repetição que faz a crença parecer real. Assistir a um programa diariamente, ir ao estádio, usar um item específico, postar uma hashtag, participar de um evento anual ou cumprir um desafio semanal são práticas que consolidam lealdade.

    No FODAMENTE, o ritual pode ser o microajuste diário, o Diário da Morte, o Print da Execução, a Sexta da Caixa-Preta, os vídeos semanais ou os desafios de execução. O pertencimento não nasce apenas da crença proclamada. Nasce da crença repetida em comportamento. Por isso, conteúdo, nesse sistema, não é postagem solta; é convocação.

    Ele faz a pessoa ver, salvar, compartilhar, comentar, responder, entrar em uma lista, participar de um desafio, comprar uma oferta simples, entrar na comunidade e, finalmente, defender.

    O quarto passo é transformar o pertencimento em arquitetura: liderança, manifesto, comunidade mínima, oferta inicial e repetição. Raynsford (2022) lembra que pessoas seguem pessoas antes de seguirem empresas, porque o líder é a versão humana da narrativa. Steve Jobs não era apenas executivo da Apple; era uma encarnação pública do “Think Different”.

    Elon Musk, Walt Disney e Arnold Schwarzenegger também funcionam, cada um à sua maneira, como figuras que condensam missão, mito, conflito e aspiração. Isso não significa criar personagem falso. Significa assumir a responsabilidade de representar a crença que se pretende liderar. Holt (2004) mostra que marcas icônicas respondem a tensões culturais e oferecem mitos capazes de organizar conflitos sociais; Jenkins, Ford e Green (2013) mostram que conteúdos se espalham quando carregam valor social, emocional e identitário para quem os compartilha.

    Portanto, uma marca de pertencimento precisa ser mais do que bonita: precisa ser transmissível. O manifesto declara a crença, o inimigo, o povo, a promessa, o ritual e a frase central. A comunidade mínima transforma isso em prática compartilhada. A oferta inicial transforma prática em compromisso.

    A prova transforma compromisso em reputação. Uma estrutura simples pode ser mais poderosa do que uma operação gigante: um desafio de cinco dias, uma aula aberta, uma comunidade mensal ou uma palestra podem funcionar se carregarem a mesma crença, a mesma linguagem, os mesmos símbolos e o mesmo ritual.

    Na comunidade FODAMENTE, o manifesto poderia dizer: “nós acreditamos que ninguém muda de vida só porque foi inspirado; rejeitamos a autoajuda anestésica e a fantasia do momento perfeito; lutamos contra a paralisia adulta; existimos para devolver método para quem ainda tem fogo, mas perdeu direção; aqui ninguém performa sucesso, prova execução; nosso ritual é cortar um pedaço do matagal por dia; nossa promessa é que você não vai vencer tudo hoje, mas vai parar de abandonar a si mesmo em silêncio; nossa frase é: não é talento, é sistema”.

    No fim, marketing de pertencimento é a passagem de atenção para devoção ética. Atenção diz “legal esse conteúdo”. Devoção ética diz “isso aqui sou eu, mas eu continuo livre”. Marca não é o que você posta; é o que as pessoas repetem quando você não está presente.

    Quando alguém encontra sua marca e pensa “era isso que eu estava tentando dizer”, você não tem apenas audiência. Você tem território. E território bem cuidado vira comunidade, produto, prova, reputação, cultura e movimento.

    Referências

    AAKER, David A. Building strong brands. New York: Free Press, 1996.
    BELK, Russell W. Possessions and the extended self. Journal of Consumer Research, Chicago, v. 15, n. 2, p. 139-168, 1988.
    HOLT, Douglas B. How brands become icons: the principles of cultural branding. Boston: Harvard Business School Press, 2004.
    JENKINS, Henry; FORD, Sam; GREEN, Joshua.

    Spreadable media: creating value and meaning in a networked culture. New York: New York University Press, 2013.
    KAPFERER, Jean-Noël. The new strategic brand management: advanced insights and strategic thinking. 5. ed. London: Kogan Page, 2012.
    MASLOW, Abraham H. Motivation and personality. New York: Harper & Row, 1954.
    MUNIZ JR., Albert M.; O’GUINN, Thomas C.

    Brand community. Journal of Consumer Research, Chicago, v. 27, n. 4, p. 412-432, 2001.
    RAYNSFORD, Jody. How to start a cult: be bold, build belonging and attract a band of devoted followers to your brand. [S. l.]: Known Publishing, 2022. Dados editoriais consultados em fontes bibliográficas e comerciais que registram a obra como publicada pela Known Publishing, em 2021/2022, com ISBN 9781913717698/9781913717704.


    TAJFEL, Henri; TURNER, John C. An integrative theory of intergroup conflict. In: AUSTIN, William G.; WORCHEL, Stephen (org.). The social psychology of intergroup relations. Monterey: Brooks/Cole, 1979. p. 33-47.

  • Häagen-Dazs nasceu no Bronx.

    Häagen-Dazs nasceu no Bronx.
    Mas seu cérebro compra como se tivesse vindo de uma geleira europeia com diploma, trauma e acabamento premium.
    Esse é o poder do branding.
    Não é sobre o que a marca é.
    É sobre o que ela consegue fazer você sentir antes de pensar.
    Na Campus Party, eu falei sobre foreign branding: quando uma marca usa o imaginário de outro país para parecer mais sofisticada, mais cara, mais rara — mesmo sendo muito menos exótica do que parece.
    Porque ninguém compra só produto.
    Compra aura.
    Compra personagem.
    Compra a ficção que vem grudada na embalagem.
    Branding não é logo.
    É desejo organizado.
    Häagen-Dazs não vendeu só sorvete.
    Vendeu Europa inventada em pote pequeno.
    E venceu porque entendeu uma coisa que muita marca ainda finge não saber:
    a verdade mal embalada perde para uma ficção bem construída Ver menos

    ver o vídeo original ↗

  • O treinamento que não chega ao trabalho

    A estratégia só existe quando chega à execução. Antes disso é intenção.

    Chão de fábrica, loja, campo, atendimento, hotelaria, entrega. Muita gente que a empresa precisa mobilizar não senta na frente de um computador em nenhum momento do dia.

    Login, plataforma, senha esquecida, curso de quarenta minutos: tudo isso é atrito. E atrito, para quem tem trinta minutos de intervalo, é o mesmo que proibição.

    O que funciona é conteúdo curto, no celular, dentro da ferramenta que a pessoa já usa, no momento em que ela precisa daquilo. QR code na parede resolve mais do que portal corporativo.

    Não é preguiça de aprender. É turno. A diferença entre as duas leituras decide o desenho inteiro do projeto.

    Comunicação interna nas empresas: exemplos e desafios.
  • Informação explica, experiência muda

    A maior parte do orçamento de treinamento é gasta em informação. Explicar a política, apresentar o processo, comunicar a mudança.

    Informação resolve quando a pessoa não sabe. Não resolve quando a pessoa sabe e mesmo assim não faz.

    Quase todo problema de cultura em empresa é do segundo tipo. Ninguém precisa ser informado de que assédio é errado, de que a meta existe ou de que o cliente precisa ser ouvido. As pessoas sabem.

    O que muda o segundo tipo é prática, reforço, acompanhamento e devolutiva. É mais lento, é mais chato de vender e é a única coisa que funciona.

    Conclusão de treinamento não é prontidão. São dois indicadores diferentes, e quase toda empresa mede o primeiro e reporta como se fosse o segundo.

    Comunicação interna como estrutura, não como recado.
  • Collab não é logo em cima de logo

    Quando duas marcas se juntam, o público não compra a soma. Compra a fricção — o que uma faz com a outra que nenhuma faria sozinha.

    Na prática, quase toda collab morre no meio do caminho. Dois times de aprovação, dois manuais de marca, duas agências, e o resultado é o menor denominador comum: seguro, simétrico e esquecível.

    O que salva é decidir cedo quem tem a caneta criativa. Não a caneta financeira — a criativa. São coisas diferentes e confundir as duas é o erro mais caro do projeto.

    Segunda coisa: fixar o que é inegociável de cada lado antes de começar. Três itens cada, no máximo. Todo o resto entra em negociação de verdade.

    Terceira: mostrar o caminho. Collab que aparece só pronta parece anúncio. Collab que mostra o processo parece encontro. É o mesmo material, montado em ordem diferente.

    O processo criativo por trás de uma collab de marca.
  • 🚀 Explorando o Universo Inovador da Alibaba: Criatividade e Big Data em Ação! 🌐

    🚀 Explorando o Universo Inovador da Alibaba: Criatividade e Big Data em Ação! 🌐

    Na era digital, a Alibaba se destaca como um verdadeiro laboratório de criatividade, especialmente durante o Singles’ Day. Descubra como a criatividade aliada ao Big Data se torna a receita infalível para o sucesso. 🌟

    Realidade Aumentada (AR):
    Imagine poder experimentar virtualmente os produtos antes de comprar! A Alibaba redefine a experiência de compra com Realidade Aumentada, proporcionando uma jornada personalizada e inovadora.

    Recomendações Personalizadas:
    A IA da Alibaba, alimentada por Big Data, vai além das sugestões comuns. Ela cria recomendações personalizadas baseadas no histórico de compras, transformando cada compra em uma narrativa única.

    Gamificação Personalizada:
    Jogos que vão além da diversão! A Alibaba utiliza Big Data para criar desafios personalizados e recompensas adaptadas ao comportamento de compra passado. Não é apenas um jogo; é uma estratégia de envolvimento movida por dados.

    Transmissões ao Vivo Personalizadas:
    Sintonize em transmissões ao vivo com celebridades, personalizadas de acordo com suas preferências. A Alibaba transforma a visualização em uma experiência única, aproximando você do que realmente ama.

    Mentalidade de Inovação Impulsionada por Dados:
    Mais do que ferramentas, é uma mentalidade! A Alibaba nos mostra que a criatividade profunda é uma expressão de inovação impulsionada por dados, transformando completamente o relacionamento com o cliente.

    Se a escrita criativa é sua jornada, aqui estão algumas dicas que não apenas vão guiar você, mas também fazer sua criatividade decolar! 🚀

    1.
    hashtag
    #LeiaMuito:
    – Mergulhe em livros, artigos e conteúdos diversos para expandir seu vocabulário e conhecimento. Ler diferentes estilos e gêneros é como ter um buffet de inspiração à sua disposição. 📚✨

    2.
    hashtag
    #EscrevaTodoDia:
    – Torne a escrita um hábito diário para desenvolver sua habilidade e encontrar sua voz única. Escrever algumas frases diariamente é como manter a criatividade fluindo em um riacho constante. 📝🌊

    3.
    hashtag
    #ExperimenteEstilosDiferentes:
    – Seja um explorador literário! Experimente escrever poesia, mergulhe na ficção ou explore o mundo da não-ficção. Descubra o estilo que se alinha perfeitamente com sua personalidade e habilidades. 🌈📖

    4.
    hashtag
    #ObserveoMundo:
    – Abra os olhos para o mundo ao seu redor. Observe as nuances das pessoas, os encantos dos lugares e os mistérios das coisas. A inspiração para seus textos criativos está nos detalhes do mundo que muitas vezes passam despercebidos. 👀🌍

    5.
    hashtag
    #SemMedodeExperimentar:
    – Embarque na jornada ousada de experimentar! A escrita criativa é um campo de possibilidades ilimitadas. Não tema tentar algo novo ou diferente, pois é dessa coragem que nascem as ideias mais incríveis! 🚀🎨

    No universo da escrita criativa, a magia acontece quando você ousa explorar, experimentar e deixar sua criatividade voar livre. ✨✍️

    Qual será sua próxima aventura literária?

    hashtag
    #CriatividadeComBigData

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