A gente sabe o nome do artista. Raramente sabe o nome de quem montou, de quem produziu, de quem desenhou o som, de quem fez o color.
Não é uma injustiça poética. É um problema de mercado. Profissional sem nome público tem menos poder de negociação, e quando o poder de negociação cai, o preço do trabalho cai junto.
Crédito é barato de dar e caro de não dar.
Quem lidera equipe consegue mudar isso hoje, sem pedir orçamento a ninguém: creditar por nome no material entregue, no post da empresa, na apresentação para o cliente.
Não custa dinheiro. Custa lembrar. E funciona como retenção melhor do que boa parte dos benefícios que a empresa anuncia.