Caderno público sobre trabalho: operação criativa, mercado audiovisual, narrativa, IA aplicada, carreira e a disciplina que sustenta tudo isso.

arquivo 2010 — 2026

  • A gente não nasce pronto, a gente se constrói.

    A gente não nasce pronto, a gente se constrói.
    Querer ser menos tóxico é treino: terapia, pedir desculpa, aprender a ouvir, sair de cena quando tá piorando.
    Mesma coisa pro outro lado: quem te trata mal não fica, quem te respeita, entra. Isso é ferramenta de vida.
    #ResponsaEmocional #CicloSaudável #AprenderASeCuidar #LimitesSãoAmor #FodamenteConsciente Ver menos

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  • Se você ainda acha que IA é só filtro, dancinha e texto pronto, esse vídeo aqui é pra você.

    Se você ainda acha que IA é só filtro, dancinha e texto pronto, esse vídeo aqui é pra você.
    A inteligência artificial tá mudando a lógica básica de como a gente trabalha, aprende, ganha dinheiro e cria coisa nova.
    Não é modinha de tech: é mudança de regra.
    Eu sou o Marcello, cineasta e roteirista, moro em São Paulo, e nesse perfil eu vou te mostrar, na prática, como usar IA e storytelling pra:
    • trabalhar de um jeito mais inteligente (não mais cansado),
    • destravar criatividade,
    • e criar novas lógicas de vida no meio do caos da cidade grande.
    Se você é adulto cansado, mas não quer ficar pra trás nessa virada de jogo,
    me segue
    manda esse vídeo pra alguém que precisa ouvir isso hoje
    e comenta “LÓGICA” se quiser a parte 2.
    #inteligenciaartificial #IA #vilabuarque #saopaulo #adultocansado novaslogicas Ver menos

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  • Ser simples não é viver pequeno.

    Ser simples não é viver pequeno.
    Simples é ter menos tralha, não menos sonho.
    Território se conquista andando, errando, ajustando a rota e indo de novo.
    Quem se acostuma com migalha esquece que nasceu pra mesa inteira.
    Não é sobre ostentar, é sobre não aceitar a escassez como destino.
    Viver FODAMENTE é isso: cuidar do básico, mas mirar alto.
    Um micro passo por dia, zero vitimismo, 100% responsabilidade pelo próximo metro de chão.
    Ou você ocupa o seu território, ou alguém ocupa por você.
    #FODAMENTE #VidaSemMigalha #MentalidadeDeCrescimento #Protagonismo #MarcelloSampaio Ver menos

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  • Ser bom não é talento, é treino diário.

    Ser bom não é talento, é treino diário.
    Quem aguenta o tranco, melhora. Quem melhora, fica.
    Mundo vira, algoritmo muda, mas gente foda SEMPRE tem espaço.
    #DisciplinaFodamente #SejaBomDeVerdade #TrampoAntesDoEgo #EvoluçãoDiária #EspaçoPraQuemEntrega Ver menos

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  • O aviso honesto dentro do próprio projeto

    Num dos meus projetos de edital existe um parágrafo que quase ninguém escreveria. Ele diz, em letras maiúsculas, que na edição anterior a nota de corte foi 9,17 e que quase todos os vencedores tinham três ou mais edições realizadas, o que dá bônus de meio ponto — e que este projeto, sendo primeira edição, concorre em desvantagem.

    Isso não está no projeto que vai para a banca. Está no documento interno.

    E é o documento mais útil da pasta.

    Porque a maior perda de tempo em captação não é escrever mal. É escrever bem para o edital errado. Projeto de primeira edição disputando com veteranos numa faixa em que o histórico vale meio ponto perde antes de começar, por mais bonito que esteja.

    Saber disso muda a decisão, não o texto. Você escolhe outro edital, ou aceita concorrer sabendo que é investimento de longo prazo — porque a inscrição de hoje é o histórico que pontua no ano que vem.

    O que eu não faço é fingir para mim mesmo que a chance é maior do que é.

    Otimismo em planilha de captação custa meses. Se o seu material de projeto não tem um lugar onde você escreve a verdade desconfortável, você está usando o mesmo tom para vender e para decidir — e essas duas coisas precisam de tons diferentes.

    Passo a passo até o primeiro patrocínio via lei de incentivo.

    Análise de concorrência do FomentoCultSP ProAC — nota de corte 9,17 na edição anterior; bônus de pontuação para proponentes com edições anteriores realizadas.

  • O treinamento que não chega ao trabalho

    A estratégia só existe quando chega à execução. Antes disso é intenção.

    Chão de fábrica, loja, campo, atendimento, hotelaria, entrega. Muita gente que a empresa precisa mobilizar não senta na frente de um computador em nenhum momento do dia.

    Login, plataforma, senha esquecida, curso de quarenta minutos: tudo isso é atrito. E atrito, para quem tem trinta minutos de intervalo, é o mesmo que proibição.

    O que funciona é conteúdo curto, no celular, dentro da ferramenta que a pessoa já usa, no momento em que ela precisa daquilo. QR code na parede resolve mais do que portal corporativo.

    Não é preguiça de aprender. É turno. A diferença entre as duas leituras decide o desenho inteiro do projeto.

    Comunicação interna nas empresas: exemplos e desafios.
  • Um dia de set, seis entregas

    A montagem acontece uma vez. O que é caro numa diária não é rodar — é armar.

    Quem planeja um roteiro por diária desperdiça justamente a parte mais cara do dia.

    Planejar seis entregas dentro da mesma montagem não é economia de pobre. É desenho de produção. Exige decidir antes o que sai: o filme principal, as versões curtas, os verticais, os cortes por tema, o still, o depoimento cru para o RH.

    Exige também saber dizer não no set. Sem lista fechada, o dia vira captação genérica e a pós-produção vira garimpo — que é onde o orçamento realmente evapora.

    A conta que quase ninguém faz: uma hora a mais de decisão na pré economiza uma semana de pós.

    Mobilização interna: planejar o que sai de cada encontro.
  • Meta que ninguém consegue verificar não é meta

    Editais pedem metas e indicadores. A maioria dos projetos entrega intenções com cara de meta.

    “Ampliar o acesso da população à produção audiovisual local.” Isso é um desejo. Não tem número, não tem prazo, e ninguém consegue dizer, no fim, se aconteceu.

    Meta verificável é outra coisa: quantas sessões, em quantos bairros, para quantas pessoas, com que forma de contagem. Feio de escrever, fácil de auditar.

    A resistência a isso costuma vir de um lugar legítimo — medo de se comprometer com número que talvez não bata. Só que a banca lê essa ausência ao contrário. Ela lê como quem nunca fez, porque quem já executou sabe estimar.

    O detalhe que quase ninguém coloca é o método de aferição. Não basta prometer quinhentos espectadores; é preciso dizer como você vai contar quinhentos espectadores. Lista de presença, contagem na portaria, relatório do espaço. Isso vale ponto e evita problema na prestação de contas.

    E tem a parte que dói: meta ambiciosa demais é tão ruim quanto meta vaga. Prometer trinta sessões com equipe de três pessoas e cinco meses de execução mostra que a conta não foi feita.

    Meta boa é a que você assinaria sabendo que alguém vai conferir.

    Como apresentar proposta de produção em lei de incentivo.

    Critério de objetivos mensuráveis nos editais de fomento (ProAC, Rouanet, FomentoCultSP).

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