Toda operação tem retrabalho. A pergunta não é se existe, é se alguém mede.
Quando não é medido, ele aparece na reunião disfarçado de outra coisa: “a equipe está lenta”, “a pós não rende”, “esse editor não é bom”.
Duas rodadas de revisão previstas, contadas e registradas — o que mudou e por quê. Sem isso, ninguém sabe se o projeto teve duas ou nove.
A terceira rodada não é proibida. Ela tem preço, e o preço é conhecido desde o começo.
E vale dizer com educação: a maioria das terceiras rodadas nasce de briefing ruim, não de execução ruim. Quando isso fica registrado, o briefing do projeto seguinte melhora sozinho.