Marca pessoal virou sinônimo de se exibir. Não é isso.
É a frase que sobra quando alguém te descreve para outra pessoa em dez segundos, numa conversa que você não escuta.
Você não controla essa frase. Influencia: pela consistência do que entrega, pelo tipo de problema que resolve e — principalmente — pelo que recusa.
Recusar é a parte que quase ninguém faz. Quem aceita tudo não é descrito por nada. Vira “aquele cara que topa”.
Não é sobre postar mais. É sobre ser previsível no que importa: o que você faz bem, o que você não faz, e o padrão que você não abaixa.